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Instituto Somos Pais - Instituto de Educação Integrativa - Família, Educação & Espiritualidade
por Jéssica Costa
PALESTRAS DA JÉSSICA

 

01.    Que tipo mãe, eu sou?

Objetivo: Amor materno é um só, objetivo também é comum a todas: cuidar, criar e educar os filhos. Mas cada mãe tem sua particularidade, necessidade, enfim, sua história. Então, temos os tipos de mães. A palestra apresenta de forma ilustrativa os 10 tipos com suas devidas características. O objetivo principal é mostrar a influência na criação através da personalidade da mãe, o reflexo das ações no comportamento na educação dos filhos.

 

02.    O bebê tem emoções. Qual o temperamento do meu bebê?

Objetivo: Reconhecer no seu bebê as emoções significa reconhecer o perfil e como irá se comportar em determinados marcos de desenvolvimento como, engatinhar, dormir, falar, brincar, se acalmar, interagir, sorrir, chorar, comer etc. Existem basicamente 04 tipos de bebês e a importância de conhecer e identificar qual o perfil do seu filho irá facilitar o entendimento do comportamento e seu temperamento no dia a dia e na interação pai x filho.

 

03.    Fazendo a escolha certa, comece do jeito que queira terminar

Objetivo: Será que estamos fazendo as escolhas certas? Estamos vivendo em harmonia com nosso eu interior? Muitas vezes não percebemos, mas a constante mudança nas ações, na forma como agimos, reflete diretamente no nosso estado de espírito. De forma a migrar com sentimentos como, inquietude, impaciência, nervosismo e tristeza. É preciso parar e refletir nossas escolhas, pois elas definem nossas emoções. Por isso, devemos começar nossas atitudes do jeito que queremos terminar, é escolher o caminho e percorrer até a linha da chegada com o mesmo passo.

 

04.    Desmame, porque a culpa?

Objetivo: Um dos processos naturais da maternidade é o desmame, mas nenhum outro trás consigo tanta culpa. É preciso enxergar o desmame não como falta de carinho ou amor, e sim, como um processo natural do crescimento dos filhos, onde se é necessária uma nova etapa, ensinar e iniciar alimentação sólida. Como fazer o desmame sem culpa? Entendendo todo o processo do desmame e aceitando o crescimento do filho e principalmente que amor se transmite de mil e uma maneiras.

 

05.    De frente com o puerpério

Objetivo: Uma das fases mais delicadas por apresentar os dois lados da maternidade recém descoberta. Um lado caracterizado pelo nascimento em todos os sentidos, do bebê, da mãe, pai, família, sonhos, e da noção de um futuro de entrega e amor. Do outro lado, as incertezas, os medos, receios que atormentam e assustam, algumas mães, não conseguem lidar com isso sozinha se frustram. Assim, lidamos com melancolia e depressão pôs parto. É preciso falar, entender, conhecer o significado do puerpério e encontrar o equilíbrio entre os lados.

 

06.    Dormir ou acordar? Como ensinar meu bebê a dormir? 

Objetivo: Há muito questionamento quando o assunto é a habilidade dos bebês em dormirem a noite inteira, e assim, a família (principalmente a mamãe) poder dormir em sonos profundos. Abordamos a filosofia do sono como, os tipos, fases, estágios, janelas, rituais e técnicas aplicadas para cada fase do bebe a fim de ensina-los a dormir de forma respeitosa e com muito amor envolvido.

 

07.    Quais os benefícios de uma rotina para o bebê?

Objetivo: A Trilogia da Encantadora de Bebês, sugere que bebês sejam parte da casa e não os donos da casa. Isso significa que devemos adapta-los a rotina familiar, ou seja, da casa e dos pais. Rotina significa que o dia deve ter uma sequência, como acordar, comer, brincar e dormir. Bebês não gostam de imprevistos, ficam agitados e irritados. O que nos faz concluir que rotina, ajuda os bebes a serem calmos e tranquilos pois sabem o que irá acontecer em seu dia. Bebês gostam e precisam de rotina, para entender o significado das coisas, e com isso, aprendem a ter ajuste emocional e a habilidade de dormir.

 

08.    Adolescência do bebê (Terrible two)

Objetivo: O que falar nessa fase? O que fazer? Como educar em meio a tanta birra e impaciência? O que significa a fase dos dois anos para a criança? Qual o significado dessa etapa e a importância para o desenvolvimento da criança? Qual o papel dos pais e como agir diante de tanta explosão de inquietude e teimosia?

Essa fase marca o reconhecimento da criança como individuo, sim, agora entendem que são uma pessoa. E por isso, lutam pelo seu espaço.

 

09.    Educação infantil através de um olhar empático - Criação com amor, respeito, diálogo e limites 

Objetivo: A arte de educar em meio a tanta cobrança e um turbilhão de sentimentos. Os pais querem educar mas sentem o peso do tempo perdido, do estudo que não acaba, do trabalho em prol do futuro melhor. Pais ansiosos que se deparam com uma educação sem limites. Porque? Porque hoje é a geração que foi criada pelos pais que foram frutos da Ditadura, ou seja, filhos da repressão, de forma mais moderada, claro. E por instinto, se dá tudo aquilo que não se recebeu. O proibido é proibir. O certo é permitir. O amar é ser complacente e permissivo. Será mesmo? Esse tema busca a discussão do equilíbrio do Educar com limites, dialogo, respeito e muito amor. É ensinar ao filho as diferenças e consequências das vossas escolhas.

 

10.   Voltar a trabalhar? O empreender materno

Objetivo: Tão polêmico quanto a gestação, a licença maternidade, os primeiros cuidados e tudo pertinente ao novo mundo mãe de ser, é a decisão do retorno ao trabalho. Essa decisão implica em controvérsia e choque de ideais. É fato que o cenário econômico do século XXI implica em trabalhar para ter o sustento da família, além de ser exemplo de luta e determinação. Porém, há ao mesmo tempo, o anseio e desejo imensurável de ensinar e participar de todas as fases do seu filho. Um duelo que atormenta e inquieta muitas mães. Como na maternidade não há regras, não há como citar o equilíbrio da dualidade. Mas abordar de que forma a orientação vocacional e o empreendedorismo que nasce ao mesmo tempo que nasce a mãe, auxilio no começo do equilíbrio.

 

11.    Autoconhecimento, uma imersão no seu eu interior

Objetivo: A importância de se conhecer é uma equação sine qua non para o ajuste emocional. E na missão de educar, onde passamos o que somos, é preciso ter autoconhecimento, e assim, termos uma criação com princípios na valorização do SER e não na valorização do estereótipo, do TER.

 

 

12.    Como se organizar com a chegada do bebê?

Objetivo: Novas atribuições e uma vida totalmente alterada com a chegada do bebê. Antes a vida se dividia em papéis como trabalho, casa, conjugue, estudos, amigos, família, lazer, etc. E, de repente, como em um passe de mágica, um novo papel, ser pai e mãe. E mesmo sendo assim repentinamente, se torna o mais importante. O que requer atenção, cuidado, dedicação, paciência e muito amor. É preciso encontrar um novo equilíbrio entre os papeis da vida, os de antes e o atual, a dádiva ser serem pais.

 

13.    A importância do Pai

Objetivo: Se fala tanto na mãe, e nos seus 1001 papéis exercidos em 01 só dia, da sua importância, suas fraquezas, fortalezas e tudo sobre a maternagem, mas será que existe a "PATERNAGEM"?

PAI é tão importante, não apenas para brincar, sorrir, cuidar, dar ombro e ouvir a mãe reclamando que não está fazendo certo mas para ser a referência, a fortaleza, o norte do certo e errado, a noção do limite começa com o pai, o "não" é ensinado pelo pai, do criar, cuidar, amar e impor limite.  PAI é a referência para a filha de como deve ser figurinha masculina e para o filho de que como ele deve ser.

 

14.    Paternidade x Cobrança

Objetivo: A difícil missão de entender a cobrança dos pais com as mães no sentido do cuidar. Há muito que perceber quando o assunto é cuidado com o bebê. Para alguns, exclusivo das mães. Para outros, apenas a mãe tem o dom. E para as mães, só ela sabe. O amor materno traz a força do cuidado e o amor paterno da proteção. Mas é preciso ceder e entender as origens da criação do pai para entender seu comportamento na criação do seu filho. E buscar o equilíbrio entre as origens.

 

15.    Expectativa x Realidade

Objetivo: Como é difícil perceber que a realidade não é o sonho tão almejado e desejado. Às vezes, um pouco distante, e outras, totalmente diferente. Mas, o que isso afeta a maternidade? O que muda na relação pais e filho? Porque o filho sonhado x filho real muda ou interfere a dinâmica familiar? Podendo as vezes afetar o lado emocional da mãe. Meu filho não é o que sonhei, e agora? Eu não sou a mãe que acreditei ser, e agora? O choque com a realidade ajuda no processo de transgressão e transformação interpessoal. O importante é perceber essa mudança, e aprender com ela.

 

16.    Superestimular prejudica tanto quanto não estimular

Objetivo: Um reflexo dessa geração é a ansiedade. E com isso, vivemos em função do futuro. Uma das metas dessa caminhada pela perfeição eterna é o desenvolvimento dos filhos. Mas, será que não estamos estimulando demais? Preocupados demais com algo que a natureza certamente irá se coibir de fazer, como aprender a falar, engatinhar e andar (por exemplo)? Será que desenvolver habilidades pensando no futuro não estamos esquecendo o presente? Estamos rindo das brincadeiras e vendo um belo pôr do sol invés de estar dentro de uma sala por horas?

É preciso ter bom senso. Desenvolver sim, estimular sim. Mas sem ficar preso no futuro e viver o presente.

 

17.  Maternidade x culpa

Objetivo: O sentimento de culpa pode ser a diferença entre a expectativa gerada e a realidade. Entre o choque desse sonho com a vida real. E quando essa mãe percebe que a realidade não é o sonho idealizado, ela se culpa. Não há nada de errado em perceber que o sonho está longe da realidade. Somos mães sim, mas antes de tudo, somos seres humanos, somos de carne, osso e espirito. Temos fortalezas e fraquezas, somos tentativa e erro, somos normais. E todos humanos, erram. É fundamental enfrentar as inseguranças e fraquezas, para que possam virar fortalezas.

 

18.     Técnicas para acalmar o bebê

Objetivo: Apresentar técnicas comprovadas que acalmam bebê por lembrar mundo intrauterino. Tudo que bebê conhece é o útero, sua antiga morada. E tudo que adulto acredita acalmar, não acalma. Os adultos gostam de silencio, espaço e temperatura fria. E bebê? O oposto. Gostam e se acalmam de forma rápida e surpreendente com barulho, aperto e calor.

 

19.    Porque a cobrança?

Objetivo: Porque a maternidade traz um ritmo desenfreado de cobrança? Onde está escrito ou quem falou que devemos ser perfeitos (mãe e pai)?  E quando não há cobrança externa, são os próprios pais que se cobram. 
Mas porquê? O que há por trás de tanta cobrança? Aonde queremos chegar? É preciso discutir e entender os dois tipos de cobranças, a externa e a pessoal. Qual significado de cada cobrança e o impacto delas na vida dos pais e na criação dos filhos.

 

20.    Dominância cerebral, qual seu perfil?

Objetivo: A teoria que classifica o comportamento mental das pessoas em estilos, dependendo do quadrante do cérebro que manifesta dominância. Isto fornece uma maior compreensão de como as pessoas aprendem, tomam decisões, resolvem problemas e se comunicam. Há quatro hemisférios: racional, experimental, organizacional e relacional.

 

21.    Mãe objetiva x Mãe subjetiva

Objetivo: Quais são as principais diferenças entre se guiar pela emoção ou pela razão na educação dos filhos? Qual a personalidade da mãe objetiva e subjetiva? E qual o impacto na educação? Perceber a personalidade ajuda na criação sem colocar as emoções dos pais como se fosse a emoção do filho. Os pais precisam se desligar da tensão da situação e focar no que está acontecendo com a criança

 

22.    Psicologia da gravidez

Objetivo: Gestação, nascimento e o pós-parto são etapas fundamentais da constituição da vida psíquica de um indivíduo, assim como momentos marcantes para a vida psíquica da mulher. As interferências, traumas e marcas emocionais destas vivências podem interferir na relação entre mãe e bebê, na relação do casal, da mulher com a família, com seu trabalho e em sua autoestima e autoimagem.

 

23.    Reencontrando o equilíbrio, no pós-parto

Objetivo: A vida do casal após a chegada do bebê passa por constante mudança. Antes apenas marido e mulher, hoje, marido e mulher. E pai e mãe. Os papeis passam por confrontos e novas diretrizes, mas, o dom da vida é sempre para somar e não dividir.

 

 

 

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